27 de novembro de 2018

Missionários, Black Friday, Jovens que fazem pouco sexo



Falamos sobre o missionário que morreu a tentar espalhar a palavra do senhor, Black Friday, jovens que fazem pouco sexo, adopção de cães e muito mais.

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26 de novembro de 2018

Masmorra do Crossfit e Hipsters que papam toda a "arte"



O episódio desta semana do Falta de Chá tem sketches sobre crossfit, pessoas que não conseguem fazer amigos, hipsters que papam todo o tipo de "arte", betos queixinhas e muito mais.

Clica aqui se não conseguires ver o vídeo em baixo.


Deixem nos comentários qual foi o vosso sketch favorito:

1. Masmorra do Crossfit  (c/ Bruno Salgueiro)
2. Alcoólicos Anónimos
3. Betos - Subir na Empresa
4. PT da Amizade
5. Galeria arte
6. Dates do Tinder

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21 de novembro de 2018

IRA, e-Sports, escrita, comida



Falamos sobre a polémica reportagem sobre o IRA, sobre e-Sports, processos de escrita, melhores refeições, e muito mais.

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19 de novembro de 2018

Há morte depois da vida?



Preparem-se para o episódio mais estranho do Falta de Chá. Qual o verdadeiro sentido da vida? Haverá vida depois da morte ou apenas morte depois da vida? É ver e descobrir.

Clica aqui se não conseguires ver o vídeo em baixo.


Acharam razoável? Deixem nos comentários qual foi o vosso sketch favorito:

1. Limbo
2. Funeral
3. Morte
4. Trabalho
5. Dinheiro
6. Infância
7. História infantil

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12 de novembro de 2018

Pessoas que dizem merda | Árbitros corruptos | Despedida de Solteiro



No sexto episódio do Falta de Chá temos um menu degustação com vários sketches que vão desde a corrupção na arbitragem, a pessoas que dizem merda, passando por despedidas de solteiro e Talent Shows da televisão. É ver no vídeo em baixo.

Clica aqui se não conseguires ver o vídeo em baixo.


Deixem nos comentários qual foi o vosso sketch favorito:

1. Homens do Lixo
2. Árbitros D'Ouro
3. Sair do armário
4. Papei a gaja
5. Talent Show
6. Ladrões
7. Despedida de solteiro

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7 de novembro de 2018

Pedir autorização a um bebé para mudar a fralda




Uma cronista de um site que são Capazes de conhecer, surfou a onda do tsunami provocado pelas declarações daquele senhor nos Prós e Contras - que sugeria que obrigar uma criança a dar um beijo aos avós era violência - e diz-nos várias coisas: primeiro, que só se deve mudar a fralda a um bebé com o seu consentimento; segundo, que se deve respeitar se uma criança não quiser comer mais sopa; terceiro, que se uma criança diz que não tem frio e não quer vestir o casaco, não devemos forçar. Insinua que desrespeitar o "não" das crianças está ligado a casos de abuso sexual em adultos, entre outros problemas da sociedade.

Sei que já passou algum tempo, mas vou começar com as polémicas declarações do senhor dos Prós e Contras sobre os beijinhos aos avós. E obrigar a criança a beijar o padre? Disso ninguém fala e parece-me que tem tido piores resultados. Percebo o que ele quis dizer e, embora nunca me tenha sentido violentado quando o meu avô me agarrava na bochecha com força e a minha avó com Alzheimer me metralhava a cara de beijos com buço e baba, várias vezes ao dia, porque se tinha esquecido que já me tinha visto, agora olho para isso de forma diferente.

Se mo fizessem hoje, seria uma violência obrigarem-me a beijar qualquer uma das minhas avós, pois beijar cadáveres decompostos é capaz de ser agressão física e psicológica.

Quanto aos meus avôs, um morreu antes de eu nascer e, por isso, tive a sorte de nunca ser obrigado a beijá-lo; o outro está acamado há anos e já não consegue estender o braço para me apertar as bochechas. Chupa, avô!... pela palhinha que é a única forma de conseguir beber líquidos.


Este caso fez-me abrir os olhos. Vamos crescendo e percebendo que os nossos pais nos obrigavam a ser bem-educados contra a nossa vontade. Felizmente, em adultos podemos não dizer bom dia aos vizinhos que ninguém nos obriga a fazer isso. Sempre que alguém no prédio me cumprimenta, grito logo "Bom dia só se for para si! Não mandas em mim!" e subo as escadas a correr enquanto canto a música da Sailor Moon.

Voltando à crónica que fala sobre a necessidade de pedir autorização a um bebé para lhe limpar o cocó, deixo-vos algumas passagens:

«Por exemplo, na altura de mudar a fralda de um bebé. Embora o bebé ainda não tenha a capacidade de responder verbalmente, podemos olhá-lo nos olhos e suavemente perguntar “posso mudar a tua fralda?” e fazer uma breve pausa, observando a linguagem não-verbal do bebé, para depois prosseguir para a mudança da fralda. Ou não.»

Iria mais longe: deve perguntar-se "Posso mudar a sua fralda?" para ensinar ao bebé que tratar por você é muito mais educado. Parece a gozar, esta merda. Observar a linguagem não-verbal? Só se for a do bebé a chorar todo assado porque andam todos à espera que ele responda e não lhe mudam a fralda há dois meses! Mas andamos a comer merda, ou quê? Não dizem que quem cala consente? Então, não vale a pena perguntar que o bebé nunca vai responder. Por este andar, a primeira palavra do bebé não vai ser "mãe" nem "pai", mas sim "atrasado mental" ou "Muda-me a fralda se faz favor que tenho o cu em carne viva, seu progenitor de merda!".

«(…) às vezes pode ser necessário ficar assim a conversar mais um pouco antes de proceder à mudança da fralda.»

Sim, conversar durante um ano e tal até ele conseguir falar e dizer que "Claro que podes, caralho, que pergunta estúpida é essa?". Vamos, por momentos, admitir que este processo proposto é o ideal. Vamos, agora, imaginar que o bebé dá o consentimento através de linguagem não-verbal, bolçando e palrando o que parece ser uma música do Toy, e a mãe lhe troca a fralda. E se o bebé estava a dizer que não dava permissão, mas trocou-se todo na linguagem não-verbal porque é um bebé e está a aprender? Pode dar-se o caso de sentir a sua vontade desrespeitada e gatinhar até à CM TV onde acusará os pais de maus tratos. Quando se fazem propostas destas tem de ser pensar em tudo e, por para evitar estes mal-entendidos, sugiro ter sempre presente um representante do Governo Civil e documentar em vídeo com contrato assinado no fim, pelos pais e pelo bebé.

Andamos a criar uma geração de pessoas mimadas há muitos anos, mas parece-me que estamos a chegar a um ponto em que quase parece que esta gente diz estas coisas a gozar só para ter atenção. Sendo que, pensando melhor, não obrigar uma criança a comer sopa e vegetais, nem a vestir o casaco antes de sair à rua, pode ser bom porque fará aumentar a taxa de mortalidade infantil devido a desnutrição e hipotermia.

Nesse caso, sou forçado a concordar, pois só sobreviverão os mais fortes e inteligentes e limpamos a sociedade desta gente que acha que o mundo tem de ser um lugar estéril e inócuo onde todos os seus sentimentos são protegidos.

Não digo que ensinar o conceito de "consentimento" às crianças não seja importante, claro que é, mas isto parece-me, no mínimo, risível. Então e o consentimento dos pais? Isto é um paradoxo do consentimento e se o "não" de uma criança deve ser respeitado, o dos pais também. Imaginem o seguinte:

- Coma a sopa toda, Bernardo.
- Não.
- Tudo bem, peço desculpa por insistir.
- Quer dizer que posso deixar este resto e meter os dedos na tomada?
- Não.

E ficam ali, para sempre, porque "não" é "não" e tem de ser respeitado. Outra:

- Martim, tem de se levantar e ir para a escola.
- Não.
- Pronto, não insisto mais que o não é não.

E o Martim cresce para ficar um adulto burro que nunca conseguirá educar um filho e, por isso, incapaz de lhe ensinar tudo sobre o "consentimento".

Esta gente foi buscar a filosofia da Teoria da Humanitude que é aplicada a adultos dependentes, especialmente a idosos em cuidados continuados ou lares de terceira idade, e que fala sobre isso mesmo de observar linguagem não-verbal e não forçar cuidados de higiene se a pessoa não quiser. A diferença é que uns são bebés e os outros são velhos. Há quem os confunda porque ambos se babam e usam fraldas, mas são coisas diferentes. Mesmo assim, se um velho estiver meio demente e sempre a espernear e a dizer que não, algum dia vão ter de mudar-lhe a fralda contra a sua vontade. E um bebé é uma espécie de adulto com demência, que não diz coisa com coisa e passa o dia a gritar e a chatear as pessoas. Duram é mais, por norma.

Não sou psicólogo nem quero ter filhos, mas estou em crer que o papel dos pais é preparar as crias para a vida e, infelizmente, a vida é feita de contrariedades. Não respeitarem o nosso "não" faz parte da vida e nem tudo, ou muito pouco, será como nós queremos.

Enviar para o mundo real crianças mimadas, flores de estufa e que sempre viram as suas vontades satisfeitas, devia ser considerado negligência parental.

Os contos de fada já fazem esse trabalho e aquelas vezes que os nossos pais nos disseram que éramos lindos e inteligentes e que podíamos ser o que quiséssemos quando crescêssemos já nos trouxeram demasiados dissabores quando a vida se tornou num constante puxar do tapete. Não vamos estar aqui ainda a arranjar mais formas de criar gente coninhas, está bem?
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6 de novembro de 2018

Perguntas dos ouvintes: ler, YouTube, amor, relações e sexo



Este episódio é dedicado a perguntas dos ouvintes e contém várias novidades. A primeira é que o podcast já está disponível no Spotify através deste link. Depois, que já temos uma conta de Patreon onde podem contribuir e apoiar o projecto e ter acesso a coisinhas razoáveis. Vejam tudo neste link e se for caso disso, contribuam.

De resto, aqui fica o episódio para ouvir e, se gostarem, subscrevam e partilhem.



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5 de novembro de 2018

Touradas, vegans e super alimentos



O quinto episódio do Falta de Chá foca-se nas touradas, testemunhas de jeoVegans, alimentos fálicos e super alimentos que combatem o crime e o colesterol. Com a participação especial de Bernardo Almeida e Diogo Sena.

Clica aqui se não conseguires ver o vídeo em baixo.


Acharam razoável? Deixem nos comentários qual foi o vosso sketch favorito:

1. Mindfulness
2. Touradas Aquáticas
3. Alimentos Fálicos
4. Super Alimentos
5. Testemunhas de JeoVegans
6. Toureiro Vegan

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30 de outubro de 2018

Boas notícias, animais fofinhos, testes de HIV



Fartos das más notícias pelo mundo, este episódio é dedicado a boas notícias, desde avanços na medicina, animais fofinhos ou simplesmente aquela vez que descobrimos que não tínhamos SIDA. É ouvir e, se gostarem, subscrevam e partilhem.



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29 de outubro de 2018

Rendas altas: pagar para ser sem-abrigo



T0s a mais de mil euros, quartos a 600€, T3 a cinco vezes o ordenado mínimo. São estas as rendas em Lisboa e que começam a alastrar para outras grandes cidades e seus subúrbios. Não tarda, um bonito caixote na Avenida da Liberdade custará cerca de 200€, sem Internet incluída e com WC partilhado atrás de uma árvore cheia de enfeites de Natal patrocinados por um banco que tem muitas casas guardadas à espera que a especulação do mercado seja ideal para as colocarem à venda ou a arrendar.

Este é apenas um dos temas do 4ª episódio de Falta de Chá que inclui também betos queixinhas, o drama de estacionar, dates do Tinder e ainda uma batalha épica entre o mágico Mário Daniel e Jesus Cristo, entra muitas outras coisas. Podem ver no vídeo em baixo.



Foi gostoso? Digam nos comentários qual foi o vosso sketch favorito:

1. Rendas altas
2. Cena sem acentos
3. Dates do Tinder
4. Mário Daniel vs Jesus Cristo
5. Não vai dar para estacionar
6. Betos Queixinhas

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24 de outubro de 2018

Casados à Primeira Vista: roleta russa



Como opinador profissional do que se passa no mundo faz parte do meu trabalho ver coisas das quais não me orgulho. Uma delas é o Casados à Primeira Vista, novo programa da SIC, cuja versão em estrangeiro já conhecia porque tenho uma mulher em casa que monopoliza o controlo remoto da televisão. Para quem é muito intelectual e se gaba de não ver televisão o programa consiste em casar duas pessoas que apenas se conhecem no altar, depois de passarem numa bateria de testes "científicos" que calcula a sua compatibilidade enquanto casal. É uma evolução face ao Love on Top e Casa dos Segredos que eram uma espécie de "Mamanço da boca à primeira vista". Tal como o Big Brother e esses seus derivados, acho que pode ser um bom estudo sociológico, mas, tal como esses, temo que seja "mais do mesmo" e que se centre apenas nos dramas semi fabricados em prol das audiências e onde os concorrentes apenas querem viagem de lua de mel de borla, presenças em discotecas e descontos na Prozis.

Ao contrário do que seria de esperar, pelo que se viu no primeiro episódio, os participantes não são pessoas muito feias e anti-sociais e aparentam estar dentro da normalidade sem qualquer tipo de défice cognitivo:

  • Temos um casal de um beto surfista que tem uma forma de falar algures entre o atraso mental e o AVC. A maioria das mulheres achará o rapaz bastante atraente, pelo que se depreende que para ter de concorrer a este programa deve ter uma personalidade de merda. Ele está "supê contente", mas a noiva não parece que o vá aguentar muito tempo.
  • Outro dos casais já passou da casa dos cinquenta e ambos deram como qualidade indispensável num parceiro o facto de ter boa higiene. É assim, chega-se a uma certa idade em que os padrões baixam ao ponto em que nos chega estar lavado para considerarmos meter à boca. Prevejo que seja o único casal que vá durar porque ir para um lar sozinho é uma chatice.
  • Outro dos casais é uma sósia da Ana Bacalhau dos Deolinda, mas com ar mais do Cacém. O noivo que lhe calhau parece ser daqueles gajos que se esforça demasiado para ter piada nos jantares de aniversário e que só é convidado para não termos de criar um grupo de WhatsApp à parte.
  • O outro casal, só mostrado de relance, são duas pessoas fisicamente normais, mas em que a noiva diz que não o acha atraente. Há muita gente que é solteira e que assim fica eternamente, não por não haver ninguém feito à sua medida, mas porque apontam demasiado para cima.
Anda uma mãe a educar os filhos e a dizer-lhes "Não aceites doces nem abras a porta a estranhos" para depois os verem casar com alguém que não conhecem.

Tenho algumas dúvidas relativamente à discriminação que o formato do programa pode suscitar. Desde logo, um cego pode participar num casamento à primeira vista? Parece-me que não. Penso que também discrimina os ciganos, pois para eles este programa chama-se apenas "Casamento". Também sinto que se perde uma oportunidade incrível de fazer um programa de apanhados épico. Exemplos:

  • Noivo vira-se e vê a noiva pela primeira vez e percebe que vai casar com uma anã perneta de 150kg.
  • Noivo militante do PNR percebe que a noiva que lhe calhou é negra.
  • Noiva descobre que o noivo é desempregado e não tem dinheiro.
  • Casar dois primos direitos para procriarem e continuarem a gerar participantes para os restantes reality shows.
Tenho muitas ideias que, infelizmente, ninguém aproveita. Por exemplo, sinto que este conceito podia ser aplicado a outras áreas: eu precisava era de um "Mecânico à primeira vista" onde, depois de uma bateria de testes, me apresentavam um mecânico compatível com os meus níveis de exigência que são altos pois passam por ter um mecânico que não me aldrabe. Sou demasiado exigente, bem sei.

Para finalizar, deixo um padrão que encontrei que vos fará pensar que não passa tudo de uma conspiração para as televisões controlarem todos os nossos sentidos. Reparem no que acontece aos domingos à noite na TV:
Casados à primeira vista - visão
The Voice - audição
Pesadelo na Cozinha - paladar

Se pensarmos que os programas de comentários sobre futebol estão cheios de falta de tacto, isto começa a cheirar a esturro. Sou um génio, eu sei.
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23 de outubro de 2018

Odores corporais, casamentos à primeira vista, fotos de detidos




No episódio desta semana falamos a censura do Facebook, maus odores corporais, casamentos à primeira vista, fotografias de detidos nas redes sociais e muito mais. É ouvir e, se gostarem, subscrevam e partilhem.



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22 de outubro de 2018

Super Feministas - as feministas da treta



Infelizmente, cada vez menos pessoas se identificam com o feminismo. Um movimento que começou na luta pela igualdade de géneros, é muitas vezes utilizado por algumas pessoas só para chamar à atenção com causas mesquinhas. Serão as super feministas as heroínas CAPAZES de lutar contra a discriminação? Ou estarão apenas preocupadas com a sua imagem e visibilidade a lutando contra a desigualdade em todo o lado, excepto nos sítios onde realmente interessa? Não sabemos, talvez a intenção das super feministas seja boa, mas as suas acções dão lugar, muitas vezes, ao politicamente correcto e à censura do discurso e das ideias, varrendo o mal para baixo do tapete em vez de o confrontar. Este é apenas um dos temas do terceiro episódio da segunda temporada do Falta de Chá, que podem ver no vídeo em baixo.




Digam nos comentários qual foi o vosso sketch favorito:

1. Super Feministas
2. Suspeito Politicamente Correcto
3. Diva do Instagram
4. Dr. Google
5. Mendigo Fashionista
6. Tenho Cancro

Se gostaram, já sabem, é partilhar com os vosso amigos.
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17 de outubro de 2018

Quem estaciona em segunda fila merece morrer



Se um monge budista conduzisse em Portugal, esquecia logo aquela mania do voto do silêncio e da calma perante as adversidades da vida e passava-se como qualquer um de nós. Pessoas que não sabem fazer rotundas, que mudam de via sem pisca para cima de nós, que ultrapassam nas curvas sem visibilidade, e tantas outras características do condutor autóctone do nosso país. Já consigo não me enervar muito com esses filhos de primos direitos que andam na estrada, mas há algo que me deixa à beira do homicídio: os estacionamentos em segunda fila. Antes de destilar ódio, vou aqui distinguir os três tipos:

  1. Um condutor que não tem lugar para estacionar perto e só vai demorar trinta segundos a fazer o que tem a fazer. Neste caso, é legítimo e não tenho problemas com isso.
  2. O gajo que vai ao café, estaciona em segunda fila porque não lhe apeteceu perder cinco minutos a estacionar, mas está sempre atento e se alguém quiser tirar o carro ele salta do lugar, automaticamente, e não nos faz esperar. Não faço isto, mas não condeno.
  3. Aquele que se está a cagar. Ora bem, se o carro tem quatro piscas, é para usar, pensa ele; para mudar de via, nunca sinaliza a manobra, mas para estacionar à grande, usa logo os quatro piscas de uma vez como se conferisse ao carro o super-poder da imunidade diplomática. Estaciona em segunda fila e, além de atravancar o trânsito naquela rua, vai ao supermercado ou às Finanças e demora meia hora, sem qualquer problema.
Este terceiro tipo, minha gente, merecia morrer. No mínimo, merecia levar com um ferro em brasa nos nós dos dedos enquanto era obrigado a ouvir Maria Leal em loop durante dois anos.

Estes missing links da evolução humana, estão, no fundo, a dizer-nos que o tempo deles é mais valioso do que o nosso; que esperarmos dez minutos, a buzinar e a chamar nomes a Deus, é melhor do que ele ter de andar cinco à procura de lugar e outros cinco a percorrer o caminho a pé até à porta do Minipreço. Se pensarmos bem, o acto de estacionar em segunda fila não é mais do que borrifarmo-nos para quem tem de esperar e é um exemplo perfeito do que é viver em sociedade: estamos pouco importados com os outros se o inconveniente deles for uma vantagem para nós, mesmo que mínima, mas ficamos arreliados se a outra pessoa não faz um pequeno esforço por nós. Pior ainda porque o estacionamento em segunda fila não prejudica só o dono do carro que estamos a bloquear, mas, muitas vezes, centenas de pessoas que apanham trânsito porque um neandertal está a provocar o caos no trânsito com o seu carro que, em 90% dos casos, é um Mercedes ou BMWs. Vou contar-vos algumas situações:

  • Carro trancado por estacionamento em segunda fila. Olho à volta, ninguém. Buzino uma vez. Nada. Buzino novamente e, mais uma vez, nem sinal de pessoas a aproximarem-se. Era perto de uma escola e calculei que fosse alguém a ir buscar os filhos e estava certo. Passados cinco minutos, que nesta situação parecem trinta, aparece uma senhora com o seu petiz, apressada e logo de longe a pedir desculpa. Olha para mim e diz "Ahhh, gosto muito do seu blogue!". Desarmou-me, claro. Não consigo refilar com alguém que me elogia.
  • Uma da manhã, centro de Lisboa, carro trancado por outro. Buzino. Nada. Buzino uma e outra vez e nada. Vem um senhor ao longe, cantor famoso da nossa praça que não vou referir o nome, a refilar comigo por estar a buzinar. Digo-lhe que tenho o carro bloqueado por outro e ele diz, com voz enrolada e a cambalear, que "toda a gente sabe que o carros estacionados ali são do bar em frente". Perguntei-lhe se estava nos livros de história ou se tinham feito uma reportagem para o jornal da noite para toda a gente saber esse facto, mas ele não percebeu o sarcasmo. Continuou a refilar a dizer que eu estava a incomodar os vizinhos, agarrei no telemóvel e disse-lhe que se não queria que buzinasse iria chamar o reboque. Entretanto, a dona do carro entretanto chegou, pediu imensa desculpa, e ficámos assim.
  • Carro trancado por outro com um bilhete a dizer "Toque no 1º direito". Qual primeiro direito? Havia pelo menos cinco prédios que podiam ser o certo nas imediações. Toco num e nada. Acerto à segunda e uma voz diz que vai já tirar o carro. Chega e nem um pedido de desculpas nem nada, com uma lata gigante, quase que me ignora. Refilo e digo que é um bocado falta de respeito e ela responde-me indignada "Mas eu deixei um bilhete, não deixei?". Digo-lhe que há lugares a menos de cem metros e que o tempo que ela poupou gastou-o agora a descer para tirar o carro o que prova que além de não ter respeito pelas pessoas é má a matemática.
  • Carro bloqueado, buzino e sai um gajo de um café, com dois metros e tatuagens tribais a cobrir os braços do ginásio. Não pede desculpa e desato a chamar-lhe nomes... mas apenas na minha cabeça porque não sou burro como ele.

Dizem que o stress é a doença do século XXI e se o querem resolver, passa por evitar estas situações que nos fazem perder anos de vida em raiva reprimida que um dia terá de extravasar para algum lado. As formigas obreiras da EMEL, em vez de serem tão picuinhas com os estacionamentos bem feitos cujo talão já expirou há dez minutos, podiam investir antes a tratar da saúde a quem está em segunda fila. Rebocar, não era multar só, era levar-lhes o carro para ver se aprendiam. Isso, sim, era preocupar com a mobilidade das cidades e não só caçar multas.

No início, falei em três tipos de estacionamento em segunda fila, mas há mais um: o expoente máximo do burro que é o gajo que estaciona em segunda fila a bloquear carros que estão nos lugares para deficientes. Ora aqui está um tipo de ser humano que está logo apresentado com esta atitude. Por obra do acaso, pode ser que já tenha acontecido um energúmeno destes bloquear outro que estava estacionado no lugar dos deficientes sem ser deficiente, criando assim uma espécie de equilíbrio no universo. Seja como for, não sejam este tipo de pessoa. O vosso tempo não é mais precioso do que o meu.

PS: Vou fazer stand-up em Portimão, Évora e Beja. Reservas neste link.

Também vou estar em Vila do Rei, podem ver mais informações neste link.
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