27 de maio de 2014

Carta aberta de um gajo que faz parte da abstenção



Isto chama-se carta aberta porque agora está na moda fazer isso, quando no entanto são apenas textos colocados na net. Um dia disseram-me "Não ires votar é como ires a um restaurante e dizeres que comes o que te puserem na mesa e vem um prato de sardinhas e tu refilas a dizer que não gostas. Se não expressaste a tua opinião não te podes queixar!!!". Eu pensei naquilo, parecia um bom argumento durante 2 segundos, depois vi que era idiotice e disse "Não... Ir votar é ir ao restaurante e pedir febras, mas ter que comer sardinhas porque vocês decidiram por mim em maioria. Não ir votar é ficar em casa e dizer que bem vos tinha avisado que aquele restaurante era uma merda". A meu ver ganhei a discussão.

Pois é, eu não fui votar. Aliás, em 12 anos em que estou por lei apto a votar só o fui fazer uma vez, no referendo do aborto, em todas as outras fiquei em casa, ou noutro sítio qualquer, a fazer coisas mais interessantes. Primeiro que tudo, para mim a abstenção tem várias razões de ser: a primeira e maioria, é de pessoal que se está a cagar, que refila por tudo e por nada e que não faz a mínima ideia do que se passa no país, a não ser os bitaites que vai ouvindo no café; a segunda é o pessoal que é preguiçoso, até tem inclinação política mas fez sol e tal e decidiu ir para a praia ou passear na marginal; o terceiro, onde eu me insiro, são aqueles que acham que votar não serve para nada. Normalmente quem diz mal do pessoal que se absteve é aquele pessoal que acha que apenas ir votar é ser um bom cidadão. "Eu fujo aos impostos mas fui votar!". 

Mas vamos por partes e entremos aqui por questões filosóficas profundas, só para eu vos baralhar e vocês pensarem "Sim senhor este gajo até é esperto". Se eu olhar do ponto de vista pessoal, o meu voto não vale realmente nada. Nunca vi nenhuma eleição ser perdida ou ganha por um voto. O meu voto, como entidade individual não muda e não serve realmente de nada. O que pode fazer a diferença é o somatório dos votos. Portanto o meu voto por si não serve de nada. "Mas se toda a gente pensar assim...", dizem alguns. Pois, mas o que os outros pensam não me interessa muito. Eu não votar, ou votar, ou em quem voto ou deixo de o fazer é uma decisão minha e intrínseca às minhas convicções, é exclusiva de todos os outros votos e por isso esse argumento é teoricamente válido mas no fundo o que interessa é que o MEU voto não interessa para nada. Baralhados? Ainda bem. Mas mais do que não servir de nada em termos individuais, o voto da maioria também parece que não. Quem vota não se queixa que estamos sempre na mesma? Nunca ouvi ninguém dizer "Epáh, sim senhor, desta vez é que acertámos!" Nunca. Por isso aparentemente o voto não serve realmente para nada, pelo menos há 40 anos que não tem servido. A estas questões metafísicas acresce o facto de ao votares elegeres normalmente um gajo, que por sua vez vai colocar dezenas de outros gajos, em quem tu não votaste, a mexer realmente nas coisas e tomar medidas e essas merdas todas que eles dizem que fazem. Não fosse isso o suficiente para o acto de votar ser uma fantochada, ainda temos o detalhe de que quem manda nisto tudo não é nenhum desses gajos. Não digo que alguns não possam fazer algumas diferenças mas o que é certo é que as coisas importantes não são decididas na esfera política visível. Quem mexe os cordelinhos a sério são uma série de outros gajos que estão na sua poltrona e nessa ninguém tem voto. E não é conspiração nem nenhuma dessas merdas, é o que é. Como diria o George Carlin "Este país já foi comprado e vendido há muito tempo atrás". No dia em que aparecer lá um político cheio de ideias novas e revolucionárias que apertem os calos aos senhores do dinheiro e da influência, esse político ou vai ser corrompido, ou morto politicamente (ou até literalmente). É só olhar a história, de Portugal e do mundo.

Votar é um direito e não uma obrigação como nos tentam impingir. Como direito que me assiste posso optar por não o exercer e ninguém tem nada a ver com isso. Eu não me sigo por partidos nem por cores, isso são os bois (ou boys), eu voto em pessoas mas, infelizmente, nunca lá apareceu nenhuma a encabeçar uma lista que me excitasse ao ponto de me fazer sair de casa para lhe enfiar uma cruzinha no quadrado. Nem um. Nem uma meia casa. Nem uma comichãozita sequer. Por isso ir votar branco ou nulo era a mesma merda. Eles dizem que não é porque não dá jeito que seja. Dá mais jeito insultar todos os que se abstém e colocá-los todos no mesmo saco. Dá mais jeito dizer que são desinformados e desligados do que interessa. Dá mais jeito reduzir todos a escumalha da sociedade causadora de todos os males. Parece que o problema de Portugal não são os que estão no poleiro e não fazem nada, são os que não vão votar, sendo que a maioria não vota porque vê que quem lá está não faz um caralho. Políticos que tiveram oportunidade de mudar as coissa e falarem mal da abstenção era dar-lhes duas chapadas na tromba, já que a meu ver engajarem a população em termos de consciência política e social devia ser parte das suas competências. A culpa da abstenção só porque sim é deles. A abstenção que é amiga deles e lhes dá jeito, se não o voto já era electrónico há muito tempo. 

Eu acho que devíamos todos votar, e para mim era tipo casa dos segredos, iam sendo eliminados para render o peixe e ainda se fazia dinheiro nas chamadas de valor acrescentado. No fundo é a isso que se resumem as eleições hoje em dia. Um circo mediático de pseudo importantes, com pseudo comentadores em busca das maiores audiências e tiragens de jornais. É tudo uma palhaçada mas os palhaços somos nós. Somos gozados, explorados, roubados e no fim ainda dizem que a culpa é nossa. Ou é de todos, e já dizia o José Mário Branco, quando a culpa é de todos não é de ninguém. Parece que eu que não voto sou mais culpado pelas contas públicas do que o Passos Coelho ou o Sócrates.

Eu nem me costumo queixar muito dos políticos. Acho que são 99% uma cambada de filhos da puta mas isso é o que eu acho de toda a gente. Eu queixo-me de pessoas no geral, e os políticos embora não pareçam, enquadram-se nessa categoria. Sou mais capaz de criticar o zé povinho desmiolado e que vai votar em quem lhe deu o boné mais bonito na feira, ou que vota no partido que tem a sigla mais fácil de pronunciar. Queixo-me mais desses do que dos políticos em si, embora a culpa de termos uma população maioritariamente sem formação nem educação seja deles. É uma pescadinha de rabo na boca em que somos nós que levamos com a merda. Mas mesmo que me queixe, e queixo de muita coisa, estou no meu direito. Pago impostos, contribuo para a sociedade, tenho toda a legitimidade para barafustar. Quem vota nos que lá estão, ou já estiveram é que poucas razões tem para o fazer. Aliás, devia ficar no cadastro essa merda. "Ai o senhor votou PSD... então ao seu IRS vai acrescer uma taxa extra de 5% que é para não ser parvo". Assim sim, a democracia era bonita. Agora como está... uma democracia sem educação não é livre. Uma democracia em que são sempre os mesmos, em que é nos media que se contam os votos, em que quem tem mais dinheiro e tempo de antena é que ganha... Isso não é democracia, é uma ditadura das massas ignorantes. A democracia é o menos mau dos sistemas políticos dizem, mas eu cá sou a favor da ditadura, desde que o ditador tivesse bom senso. Um gajo porreiro que sabe o que é bom e o que é mau. Que sabe que há pessoas que são umas abéculas e que não deviam ter poder de decisão em nada. Que há pessoas que têm que ser controladas e encaminhadas. Infelizmente o poder corrompe e o ditador só teria bom senso até deixar de o ter. Mas vejo por aí tanto anormal, que saber que o meu voto vale tanto como os deles ainda me tira mais a vontade de ir às urnas. O que vale é que no fundo no fundo, nenhum dos nossos votos vale nada e isso apazigua-me a alma.

Sabem o que vale mais do que o voto e que faz mais diferença? Dizer bom dia com um sorriso às pessoas que contactamos no dia à dia. Isso é que pode mudar as coisas. Dar um real sentido de que somos todos partes integrantes da mesma consciência humana e não apenas política. Se calhar isso, talvez fizesse com que as coisas fossem melhorando pouco a pouco e que um dia, até mesmo os que estão lá em cima, nos cargos mais altos, se lembrassem de que o sorriso dos outros é o mais importante. É como reciclar, começar a ensinar os pequenos para que no futuro continuem a separar o lixo mesmo sendo donos de multinacionais. Foda-se que este parágrafo foi profundo. Até vou beber um copo de água para recuperar.

Para finalizar, tenho a consciência tranquila que exerci o meu dever de cidadão tão bem como todos os que foram votar, com a benesse que não elegi os mesmos atrasados mentais que vivem à custa do sistema. Não gosto é que me chamem nomes em todas as sondagens e comentários. Há abstenção e abstenção, por isso senhores da razão e consciência social, humana e política, podeis ir para o caralho sim?

P.S. - Talvez gostem deste texto também.
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21 de maio de 2014

Globos de Ouro: Glamour e mau gosto



Pois é, parece que a cerimónia dos Globos de Ouro foi fraquita. "E novidades?", perguntam vocês pertinentemente. Nada de novo, foi o do costume, uma gala a tentar mostrar que Portugal tem glamour... Ainda não perceberam que somos bons é nas bifanas e imperiais, não é no caviar e champanhe e, se querem saber a minha opinião, ainda bem!

Foram vários os momentos constrangedores. Os sketchs de "humor", as falhas técnicas, etc e tal. Mas para mim o pior foi aquele em que a Bárbara Guimarães teve que apresentar os Xutos e Pontapés. Acho indecente fazerem-na relembrar os tempos que passou com o Carrilho. Indecente foi também o facto de ter sido barrada a entrada à Teresa Guilherme. Estes seguranças eram piores que os do Urban Beach. #somostodoscavalos

Eu vou dar uma de Cláudio Ramos e deixar aqui a minha crítica às indumentárias utilizadas para a gala por algumas das personalidades da nossa praça. Quando digo praça é mesmo aquela onde se vende peixe e legumes.

Ambos com muita classe mas sugiro ao Eduardo Beauté que não vá passar nenhuma temporada a Nova Iorque com o namorado. 

O Cláudio Ramos pensou que era Carnaval e trouxe a vestimenta do Batman ou do Drácula. Esperemos que não tenha chupado muitos pescoços. Txiiii que piada fácil e de mau gosto!

Kill Bill versão salmão. Nem sei o que me faz mais lembrar. Um pijama? Um roupa que usam aqueles gajos que estão nas pitstops a mudar os pneus dos fórmula 1? 

Viram aquela notícia de uma prostituta da Artilharia 1 a quem tinham roubado a farda de trabalho há uns dias? Pronto, acho que o caso está resolvido. 

Está na moda agora trazer as mães como acompanhantes às cerimónias de entrega de prémios. O Angel'O a fazer uma imitação barata do Di Caprio. 

E pronto, despeço-me com a cereja no cimo do freakshow. O Zé está muito bonita mas a Betty claramente não foi ao maquilhador nem cabeleireiro para se arranjar para a gala, foi ao taxidermista. Mas até ficou muito bem, não fosse o cheiro ninguém desconfiava que ela faleceu no pré 25 de Abril e que é movida a pistons hidráulicos. Aliás, foi por esses pistons que José Castelo Branco se enamorou.


P. S. - Eu por acaso já fui aos Globos de Ouro e aconteceu-me um episódio caricato que podem ler aqui.
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19 de maio de 2014

As vantagens da crise



A crise isto, a crise aquilo. A crise é má, seja lá o que ela for. Mas como tudo o que é mau tem o reverso da medalha, aqui ficam as coisas boas que a crise nos dá todos os dias. As pessoas queixam-se mas não sabem a sorte que têm, senão vejamos:
  • Menos trânsito na 3ª semana do mês que é quando o pessoal já nem tem dinheiro para as solas dos sapatos;
  • Menos pessoal no WC do emprego porque a maioria está a usar a de casa que é onde agora "trabalham". Isto faz com que haja menos filas e menos cheiro a couve lombarda recheada de fezes nos escritórios;
  • Menos pessoal antipático a atender ao público. Sabem que à mínima merda vão para o olho da rua porque há 500 mil em lista de espera;
  • Mais mortes. O problema do excesso de população está a ser resolvido por pessoas que não têm dinheiro para pagar medicamentos nem tratamentos. Mais pessoal também a morrer de problemas associados ao stress. Mais homicídios também. A crise é do caraças;
  • Mais gajas cujos namorados estão a trabalhar no estrangeiro. Abre possibilidades novas de relacionamentos;
  • Menos putos ranhosos na rua porque ninguém tem dinheiro para ter filhos. Isto a meu ver é uma das maiores vantagens. Não há paciência para putos a gritar nos restaurantes e centros comerciais. Então desde que acabaram com a moda dos pais poderem espancar os filhos à vontade o caso ainda está pior;
  • Mais gente na noite a querer esquecer os problemas do dia a dia. Mais uma vez novas oportunidades de relacionamentos, ainda que fugazes.
  • Mais strippers. Mais gajas que não arranjam emprego ou não têm dinheiro para pagar os estudos e que recorrem à dança exótica como forma de financiamento. Mais strippers equivale a mais pais orgulhosos.
  • No mesmo prisma há também mais prostitutas. Licenciadas e tudo, o que só joga a favor de Portugal que fica um país com "mão de obra" qualificada. É também assim possível escolher-se a menina de acordo com a sua formação académica para os mais intelectuais que em vez de chafurdar na pocilga preferem discutir política internacional.
  • Mais coisas com que nos fazem rir.
É isto meus meninos e meninas. A crise é nossa amiga, a crise resolve problemas e acrescenta virtudes a este nosso Portugal. E que tal pararmos de nos queixar? Cambada de mal agradecidos.
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16 de maio de 2014

Piadas soltas #1


Quando se chega aos 30 vemos que os nossos antigos colegas da escola já estão todos casados e com filhos. Eu que sou da Buraca não tenho esse problema. A maior parte deles estão presos ou mortos.


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15 de maio de 2014

O beijo de Carriço e Rakitic



Ora bons dias. Como estão? Calculo que os benfiquistas já tenham tido dias melhores... mas é a vida. Ouvi dizer que mereciam ter ganho o jogo e que foram roubados. Também eu merecia ganhar o euromilhões e também sou roubado nos impostos. Tenho coisas em comum com o Benfica está visto. Vá, ganharam o campeonato por isso estão melhores que eu.

Então e não é que nos festejos do jogo o Daniel Carriço espeta um ósculo suado no Rakitic? Não sei o que lhe andaram a ensinar em Alcochete mas duvido que tenha sido isto. Aliás, eu sempre ouvi dizer que o Carriço era um elemento muito forte no balneário e agora já sei porquê. Boquinha de ouro era a sua alcunha pelos lados de Alvalade. Agora a sério, não percebo o escândalo, não sei do que estavam à espera de gajos que se preocupam mais com o cabelo do que com os filhos. E o tomarem banho todos nus? E as palmadinhas no cu? Eu a mim não me surpreende, há uns tempos houve um que mordeu a pila por cima dos calções de um colega a festejar um golo. O Carriço é um menino. 

O Benfica costuma ganhar a taça da amizade, o Sevilha ganhou a taça do amor. O futebol é isto meus meninos, é alegria, quase tanta alegria como uma parada gay. Ainda bem que não foi o Benfica a ganhar o jogo se não tínhamos corrido o risco de ver o Luisão a beijar o Maxi. Imagem do inferno.

Mas tanta crítica absurda... Já alguma vez ganharam uma competição europeia do maior desporto do mundo? Já alguma vez sentiram essa alegria e essa adrenalina? Eu não. Tanto quanto sei podia-me dar para beijar gajos ou começar a felaciar todos os elementos da minha equipa. Não acho provável mas o que é certo é que nunca passei pela situação.

P.S. - Atentem na foto. O gajo do canto está com ar de quem também quer e o senhor de preto lá atrás a lamber os lábios, provavelmente a olhar para o Jesus porque ele gosta é de homens vulneráveis.
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14 de maio de 2014

O Poder do Amor - Novo Reality Show da SIC



Ora bom dia minha gente. Essa saudinha está boa? Isso é que é preciso. Então não é que a SIC vai ter um novo Reality Show? Chama-se o Poder do Amor e a premissa é meter casais de "famosos" enfiados numa casa a fazer provas e cenas que dêem audiências? Para já estão confirmadas a Gisela Serrano, a Cátia Palhinha, a Cláudia Jacques e o Quimbé. Os diálogos não vão ser ensaiados já que poucas destas pessoas conseguiriam ler um guião.

O que temos garantido com estas personagens?
  • Com a Gisela temos a garantia que a SIC irá aumentar 10 postos de trabalho, já que vai ser preciso muita gente para a sonoplastia para tapar metade do discurso dela com Piis. Para mim também se lhe podia desfocar a cara que é para evitar traumatizar crianças que possam estar a ver o programa.
  • Com a Cátia Palhinha iremos ter bons momentos de riso para quem gosta de se rir de pessoas com défice de inteligência, que é o meu caso (meu caso rir-me dessas pessoas, não é ser uma). As provas mais duras para ela vão ser ditados, picotados e colorir sem passar dos traços. Vai ser desafiante para ela mas acredito que se consiga superar.
  • Com a Cláudia Jacques vamos arranjar discussões em casa ao dizer às nossas companheiras que é melhor cuidarem-se se querem chegar aos 50 com corpo de 28. Cuidarem-se pouparem dinheiro para as plásticas. 
  • Com o Quimbé vamos ter óculos de massa de cores berrantes (não será só isso que ele tem em comum com a Cátia).
Como já escrevi antes aqui, não tenho nada contra os Reality Shows. É entretenimento burro mas também é preciso desligar o cérebro de vez em quando. A única coisa que sou contra é a mediatização que se dá a pseudo VIPS. Mas neste caso como eles já são todos vips esse problema não se coloca. Acho é de mau tom se a Dora não for convidada. Nem que arranjasse um namorado à pressa. Era meter lá uma fritadeira e uma chapa de virar hambúrgueres que a mulher sentia-se em casa. Mais uma vez, nada contra quem trabalha no McDonalds, mas quem se vem chorar para as revistas por isso, quando há milhares de portugueses que estão pior é ir para o caralho se faz favor. Ainda por cima pessoas que tiveram oportunidades para mais. Quem não tem hipóteses de fazer outra coisa é que tem razão para chorar.

Já agora, sabem quem é o Carlos Costa? Aquele gajo que era dos Ídolos? Que agora está no The Voice? Que tem cabelo de pónei destrambelhado? Que tem lábios de tamboril? Que se fosse gaja até que não era feio? Pronto é esse. Não vou muito com a cara dele. Mete nojo o gajo. Não é por ser maricas que isso já sabem que não tenho nada contra, é só porque tem pinta de otário com a mania. Era gajo para o agredir, não fosse eu um cavalheiro que não bate em mulheres. Já nutri mais empatia por algumas baratas do que por esta personagem. E pronto era isto, acordei mal disposto, adeus e tenham um dia tão fofinho como eu.
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