2 de agosto de 2018

Namorar com presos? As mulheres são MALUCAS!



Sempre que há uma reportagem sobre algum criminoso que está preso, ele diz que tem uma senhora lá fora com a qual se começou a corresponder. Que merda é esta? Qual é a mulher que, no seu perfeito estado de saúde mental, acorda e pensa "Olha, o que era giro era eu mandar uma carta àquele homicida a ver se ele me responde pois gostava muito de o conhecer melhor". Quão desesperada tem de estar uma mulher para equacionar namorar por carta com um preso?

Fui investigar um pouco sobre este fenómeno e encontrei alguns estudos que dão conta que as mulheres que se envolvem com presos são mulheres que tiveram, no seu passado, homens que abusaram delas, seja fisicamente ou psicologicamente, ou seja, a culpa é sempre dos homens e não são elas que são malucas, obviamente. Dizem, também, que o namoro com um criminoso encarcerado torna a relação mais arriscada e numa espécie de conto de fadas em que a mulher tem de entrar nas muralhas do castelo e passar pelos guardas para visitar o seu príncipe. Querem saber a minha opinião? MA-LU-CAS. Ainda dizem que as mulheres são mais inteligentes emocionalmente do que os homens, mas os homens não iniciam namoros com presidiárias, muito menos se tiverem cometido crimes violentos. Um gajo, mesmo que nenhuma gaja lhe pegue cá fora, não vai mandar cartas a uma condenada por homicídio. Talvez seja por os homens só pensarem em sexo e a relação com presidiárias não poder ser muito carnal, ou talvez seja porque não são tão malucos quanto as mulheres. Serão as mulheres mais empáticas e com uma maior necessidade de ajudar quem está a passar uma má fase da vida? Não, são malucas.

Consigo perceber que uma fraca auto-estima leve uma mulher a tentar tudo, mas iniciar uma relação com um presidiário não sobe o ego, pois todos sabemos que estar preso baixa os padrões e até um rabo peludo no duche passa a ser refeição.

Há quem defenda que estas mulheres, como foram abusadas no passado, escolhem relacionar-se com presos pois estando encarcerados não lhes podem fazer mal. Mentira, podem ter capangas cá fora e o abuso psicológico pode ser feito por carta. Se existe o cyberbullying, também existirá o letter bullying que, a meu ver, ainda é pior. Com o primeiro, basta desligares a Internet, no segundo tens de mudar de casa. Um gajo já não gosta de ver o correio porque sabe que é só más notícias com contas para pagar, imaginem receber uma carta todos os dias, sem remetente, que diz "És uma merda, não vales nada".

Dizem que as vítimas nunca têm culpa, mas uma mulher que inicie, por vontade própria, uma relação com um violador e homicida condenado, não tem um bocadinho de culpa se ele depois a esventrar com um cutelo? Não? Só um bocadinho de culpa? Eu acho que tem. Os famosos serial killers Ted Bundy e Richard Ramirez, por exemplo, tinham fãs como se fossem rock stars, filas de mulheres à porta dos tribunais a gritar por eles e a quererem saltar-lhes para cima. Centenas de cartas por semana com proposta de casamento! Sabem que crimes eles tinham no currículo? Violar e matar mulheres às resmas! Foda-se. MA-LU-CAS.

Aileen Wuornos, famosa serial killer que matou pelo menos seis homens, sabem quantos pretendentes tinha cá fora a mandarem-lhe cartas? Nenhum. Já o infame Charles Manson, antes de morrer o ano passado, sacou uma gaja que até nem é muito feia e com menos 50 anos do que ele.


Grande soco no estômago para quem estiver a ler isto e já estiver solteiro sem sexo há uns anos, não é? Até o Manson conseguiu e vocês aí, sem ninguém que vos dê um aconchego. Antes sozinho do que com uma gaja maluca como esta, basta olhar um bocado para perceber que tem crazy eyes, claramente, e só o facto de andar metida com um velho psicopata devia dar direito a ser ela presa porque se não o fez, está para fazer. 

"Ah, deve ser uma pessoa que sofreu muito e está desequilibrada" dirão alguns. Não. É maluca dos cornos, ponto final.

Bem sei que as mulheres se queixam que há poucos homens de jeito disponíveis e heterossexuais, mas duvido que os bons estejam na prisão. Dizem que o amor é cego, mas os cegos não são malucos. Até existem sites especializados de dating para prisioneiros. Investiguei um pouco e penso que são muito rudimentares. Devia haver uma versão do Tinder para a prisão. Podias filtrar por tipo de crime, por raio de distância não valia a pena porque não podem sair, e em vez de um super-like podias mandar um super-rape. Era um bom caso de estudo para depois percebermos que quanto pior é o crime, mais pretendentes os presos teriam. As mulheres gostam de homens com poder e bem sucedidos na sua profissão e talvez seja por isso que os serial killers têm mais groupies do que um gajo que rouba auto-rádios. As mulheres gostam de homens inacessíveis e quem mais inacessível do que um gajo no corredor da morte sem possibilidade de visitas?

Já todos tivemos relacionamentos que acabaram mal e a expressão "O meu ex é um psicopata" é comum para caracterizar aqueles ex que fritam a pipoca quando o namoro termina e se transformam em stalkers. Agora, imaginem um ex-namorado que é, literalmente, um psicopata homicida. Deve ser um desporto bem radical. E quando é ao contrário e é o preso a acabar o namoro? É aí que ficas com 100% de certeza que és feia e com uma personalidade de merda, é quando um preso, sem outras opções, sem contacto feminino de qualquer espécie, olha para ti e diz "Hum... não vai dar. O problema não és tu, sou eu.".



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