27 de agosto de 2014

Baza fazer um Meet? Não.



Parece que estão na moda os meets, que é como quem diz encontros. Mania dos estrangeirismos parvings. Um Meet, para quem não sabe, é um encontro organizado através das redes sociais onde têm comparecido algumas centenas de pessoa. Até aqui tudo bem, criançada a conviver e a sair da frente do PC por um bocadinho. O problema é que tem dado merda, deu no Vasco da Gama, no concerto do Alselmo Ralph em Cascais e haverá de dar outras vezes. Aliás acho de muito mau tom a Câmara Municipal de Cascais copiar descaradamente o plano de festas das listas para a Associação de Estudantes da Escola Preparatória da Damaia: Kizomba e porrada. Chegaram até a apelidar de arrastão o que aconteceu no concerto e já agora deixem-me que vos diga que lá nessa escola também costumava haver arrastões, nós dávamos-lhes era outro nome: intervalos.

Para amanhã (hoje para quem está a ler) está marcado um no Colombo para onde foram destacadas várias forças policiais, sendo que é aqui perto de minha casa deve ser boa altura para ir assaltar um balcão do Novo Banco já que a polícia deve lá estar toda a fazer de babysitter de putos ranhosos.

Tenho sentimentos dúbios acerca deste assunto. Por um lado acho bem que o pessoal use as redes sociais para convier no mundo real, acho que faz bem e acho que têm todo o direito de juntar o máximo número de pessoas num local. Por outro lado, como a maioria das pessoas são parvas acaba por dar merda. Ainda assim não se podem proibir, porque que eu saiba o Sr. Salazar já foi, felizmente, para debaixo da terra há uns anos. A solução passa pelo pessoal decente deixar de ir, porque os que vão para armar confusão só lá aparecem se o grupo for grande, já que, invariavelmente, as pessoas que usam estes eventos para ir arranjar problemas e assaltar é cobardolas e tem as pilinhas pequenas. Muitos porque ainda estão na puberdade. No meio disto tudo, se a polícia conseguir identificar claramente quem são os causadores de distúrbios sou a favor que lhes dêem valentes cargas, sejam menores ou não, porque se não lhes deram porrada em casa pode ser que agora ainda se vá a tempo. Agora se não conseguem ver quem foi e começam à bastonada para onde estão virados, como é o normal... mas vale estarem quietos.

Deixo aqui algumas coisas escritas por pessoal nos eventos dos meets no facebook, só para vocês verem o SWAG que por lá anda. Acredito que a maioria não seja assim tão atrasada mental mas eu sou mais sensacionalista que o Correio da Manhã:

Primeiro que tudo aconselho munições para o cérebro, umas vitaminas e um livro de Língua Portuguesa do 5º ano.

A miúda pôs-se a jeito com comentários de oferecida, digo eu que sou antiquado. E quando elas se põe a jeito normalmente atraem pessoal que vale menos que o meu cotão do umbigo. Tristeza de gente...

Cabelinho à beto e a falar à gangsta, enquanto, presumo eu, mete algum tipo de bebida alcoólica na sopa. Beto que come sopinha a beber álcool à bruta e falar à mano di street. Como diz no comentário: "falta de chapadas", eu acrescentaria "com as costas da mão". 

Pessoal com pouca inteligência e muita raiva acumulada que é herói na Internet. 

Pelo menos este anda anda escola. Falta saber quantas vezes reprovou. 

Filha do Dias? Top. Deve ser sem dúvida um pai orgulhoso. Aconselho a não ir de preto que parece que a polícia gosta de arrear mais nos escuros. A filha do dias faz questão de dizer que é vegetariana e não quer beefs.

Já chega que estou quase a bolsar. Retiro o que disse em cima, estive a ver bem e afinal o pessoal que publica nos eventos é 99% mentecapto. Fiquei um bocado racista depois de ver alguns comentários. Quando digo racista é tanto em relação a pretos, como a brancos. Tudo atrasado mental. A juventude está perdida, já dizia a minha avozinha, errou foi por 2 gerações.

Bem e nós, quando fazemos um Meet? Ali perto do Vasco da Gama, levamos todos álcool, comida e armas. Damos tudo aos sem abrigo que lá se juntam debaixo da estação e no próximo meet com gandins eles, bêbedos e de barriga cheia, limpam o pessoal. Fica no ar a ideia.





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