23 de junho de 2015

Guia para o orgasmo feminino e tuning genital



Bom dia estimados leitores. É dia de ajavardar com classe neste espaço que que é alugado sem factura todas as terças-feiras para a rubrica "Doutor G explica como se faz", um consultório ao género da Revista Maria, mas em bom. Vamos lá então efectuar a coisa.



Caro Dr. G, admitidamente não sou uma mulher que não passou por muitos relacionamentos, foram só dois, mas apesar de serem muito diferentes um do outro (um manipulador autoritário e outro muito xoninhas) em ambos os casos eles achavam que os orgasmos femininos "aconteciam naturalmente". Que se não tivesse acontecido dessa vez, havia de acontecer "para a próxima". Multiplique isto por uma vida sexual ativa, e eu passava a vida sexualmente frustrada até ter lhes ter explicado que prazer sexual não era para ser unilateral, e que precisavam de se dar ao trabalho aprender como é que o meu corpo funciona, assim como eu fazia com eles. Agora sou solteira e até gostava de ser aventureira e de ter sexo com alguém que possa surgir sem ter de me ralar, mas tenho receio de voltar a ser usada apenas como buraco para ejaculação alheia. Acredito sinceramente que este tipo de egoísmo é a regra e não a excepção. Dr. G posso sugerir-lhe que faça uma rubrica detalhada a explicar aos homens por A+B como dar prazer a uma mulher, onde "comunicação" é a palavra-chave? E quanto a mim, que me recomenda? Continuo a contentar-me com o meu vibrador, que nunca me deixou ficar mal? Obrigada.
Helena, 29, Lisboa

Doutor G: Cara Helena, aquela tua dupla negativa no início trocou-me as voltas um bocado. Quanto ao teu caso, eu também acredito que a maioria dos homens esteja mais preocupado com o seu prazer do que o da parceira e ainda bem que assim é, que assim o Doutor G faz sempre brilharete, tal é a sua dedicação. Infelizmente existe um código secreto que me impede de revelar os segredos, tal como qualquer mágico não deve nunca revelar como faz a "magia acontecer". Sim, a comunicação é chave mas um homem experiente sabe detectar quando está a tocar nos pontos certos sem ser preciso a mulher fazer como quando vai à pendura no carro, sempre a dar bitaites sobre a condução. Um dia posso ir contra os meus princípios e revelar todos os segredos, mas para isso vai ser preciso que a Durex se chegue à frente e me pague para fazer esse guia, uma espécie de Guia Michelin do chavascal ou um Borda d'Água. Borda é uma palavra engraçada neste contexto. A ti aconselho-te a que continues a tentar, mais cedo ou mais tarde encontrarás um que te queira levar ao céu, até porque é mais barato que levar-te a jantar ao Eleven. O vibrador podes ir usando mas com tento, porque está provado que pode criar habituação e depois só tens prazer com septuagenários com Parkinson.


Shô Dr. é o seguinte: tenho um problema... Quando estou a cercar a presa, isto é, a "bater coro", não me quero gabar, mas sei exactamente o que fazer, quando, onde, porquê etc. o problema está quando consigo o que quero... A partir desse momento fico um xoninhas do pior e a dita cuja acaba por se fartar, só consigo voltar a ser o "bad-boy" por quem a dita cuja se apaixonou naqueles momentos em que pratico luta greco-romana com ela, todos nus, ora isso não acontece todos os dias infelizmente, logo a maior parte das vezes sou xoninhas. O que posso fazer para continuar a ter aquele "je ne sais quoi" de cabrão, sem estragar tudo? Tem algum conselho?
Rui, 20, Lisboa

Doutor G: Caro Rui, sofres do síndrome de cão abandonado, que rosna e ladra mas que depois de se lhe dar uns biscoitos só quer é mimos e festas no lombo. O meu único conselho é que continues a ser assim, porque hás-de encontrar uma xoninhas que goste de ti assim, todo fofinho e peganhento. Para cada xoninhas há sempre a sua cara metade, que prefere ficar a ver a Anatomia de Grey do que as 50 Sombras do mesmo. Podes evitar é utilizar vocábulos tais como "bebezinha", "queridinha", e "fofinha". Diminutivos só se for um "minha putinha do coração" que é fofinho e bardajão ao mesmo tempo. Não percebi a parte de não haver luta greco-romana pelada todos os dias. Percebi mas não consigo assimilar esse conceito.


Caro Dr. G, penso ter a história mais bizarra do mundo sentimental que alguma vez existiu. É quase como uma novela brasileira. E o desfecho pode muito bem ser trágico. É uma história que daria um pano para mangas, e o tricô todo se quiser, mas tentarei ser o mais resumida possível! 
À cerca de 15 anos atrás namorei com um rapaz no secundário. Foi só um anito, mas foi "aquele" rapaz. A relação acabou porque a inocência era tanta, e a falta de informação sexual era muito pouca que chegou-se ao cúmulo de acharmos que poderia estar grávida devido à penetração de 2 segundos do pénis e nem ter ocorrido ejaculação. Ficamos 2 anos sem nos vermos, e quando o voltei a encontrar no mundo social, ficámos com a sensação que "agora sim!" estamos maduros suficientes para praticar o sexo. Acontece que nesse tempo já namorava outro rapaz. Rapaz que mantenho uma relação já de 12 anos! Segue então o dilema: Namoro à 12 anos, e tenho um amante ex-namorado à 11 anos. Temo-nos encontrado quase todos os meses, apenas para mandar aquela pinada de satisfação. Acontece que os nossos encontros são demasiado "românticos" para quem apenas manda uma pinada e vai à sua vida. Pelo menos, no meu ponto de vista. Considero que tenha uma relação bastante amorosa e estável com o meu namorado, mas o amante é o "primeiro amor". Já cheguei ao ponto de achar que ele é o homem perfeito para a minha vida, mas depois o gajo nunca quer assumir uma relação séria comigo. E nesse caso não vou deixar a relação estável que mantenho com o meu namorado! Ele está solteiro desde então e apenas mantém esta relação de benefícios comigo. Será que ele não se importa de ter a "amante" disponível uma vez por mês e ainda assim ter que a "partilhar"? Estará ele ainda apaixonado por mim, apenas não quer admitir e sente-se bem assim? O que posso fazer para o convencer que aquilo que temos é uma relação que poderia dar certo?
Anónima, 32, Lisboa

Doutor G: Cara Anónima, a história é realmente trágica e logo desde início, quando a começas por contar com um "À cerca de 15 anos atrás". O "À" sem "H" e o "anos atrás" deixaram-me logo com a certeza que seria uma história problemática. Começo por informar que uma penetração de 2 segundos pode contrair gravidez. Basta a cabeça do pimpolho estar ensopada em líquido pré ejaculatório, que pode por vezes conter espermatozóides. Basta um deles ser o Michael Phelps dos girinos para acontecer o pior. É pouco provável mas é possível, nunca é demais aprender. Em relação ao resto do texto, se o Doutor G fosse de julgar as pessoas, diria que és uma badalhoca de primeira. Como não sou, digo apenas que tens que perceber o que queres da tua vida, até porque quando a tua relação com o teu amante fizer 15 anos ele pode exercer usucapião da tua patareca e depois vai ser uma trabalheira em tribunal. O que acho pior não é o par de cornos mensal que aplicas ao teu namorado, para mim o pior de tudo é quando dizes que não o vais deixar apenas e só porque é uma relação estável e não queres estar sozinha. Isso é o pior de tudo. Era giro se o teu namorado te andasse a trair também mensalmente há 11 anos e com o teu amante, embora se fosse esse o caso a solução para o teu caso era fácil, juntavam-se os três e só se estragava uma barraca.


Caro Doutor G, sou um caso perdido e já me sinto desesperada. O que é certo é que quando vou às festas académicas da minha terra e estão lá as glórias do passado, também chamados de "Os Verdadeiros", só me apetece despir um deles e rebolar no feno toda nua com ele, tal como cavalos num estábulo. Adoro aqueles caracolinhos que ele tem na cabeça de cima (ainda não sei quanto à de baixo), já para não falar que ele era conhecido como "Xuning" e não há nada que me faça mais húmida que um Ibiza a acelerar e deixar tudo preto para trás, tal como ele gosta. A minha pergunta é, será que devo falar com ele diretamente e dizer-lhe o que sinto? Ou devo ficar-me por estruncar o grelo à pala dele? Não sei se tenho estofo para tal homem. 
Anónima, 26, Lamego

Doutor G: Cara Anónima, primeiro que tudo, se o rapaz tiver caracolinhos na cabeça debaixo é melhor ir ao médico. Uma coisa é à volta, na base qual vegetação rasteira, outra é na cabeça qual juba afro. Dás por ti e encontras orelhas de maços de tabaco enroladas nas virilhas. Depois hoje em dia também é preciso ter cuidado, se calha a engolires vivo um dos caracóis, ainda alguma associação te cai em cima. Claro que deves dizer-lhe o que sentes! Um achado desses é para te agarrares a ele com unhas e dentes! Mete um aileron ao fundo das costas, a fazer pandã com a tatuagem que depreendo que ai tenhas e tenta uma das seguintes abordagens:

1. Gostavas que os estofos do banco de trás do teu Ibiza fossem de pele? Então leva-me para lá que eu estou com escamação.

2. Leva-me a um restaurante Mexicano que vais ver que eu também sei mandar rateres. 
3. Espero que tenhas mãozinhas para conduzir em piso escorregadio, é que a IC19 para o Cacém está toda molhada. Ah, e a minhas cuecas também. Devo estar a perder óleo.

De nada.


Caro Dr G. conheci um rapaz há 3 meses mais ou menos e temos falado desde então. Ele é muito simpático gosta de tudo o que gosto (ou finge gostar) chama me bebé amor, coração etc mas quando falo em estarmos juntos ele diz que trabalha muito etc etc mas diz sempre que quer muito estar comigo mas até hoje estou a espera do convite para um café. Para não falar que ele diz gostar muito de mim mas desaparece durante uns dias e volta com a mesma conversa do amor bebé... Já não sei o que pensar. Bjokas.
Filipa, 26, Estoril

Doutor G: Cara Filipa, ele tem namorada. É isto. Não sei que te diga mais. Ou isso ou está com uma micose genital e está à espera que passe para poder estar à vontade contigo. Não fosse essa hipótese de DST, o facto de ele te chamar "amor bebé" já devia ser razão suficiente para fugires. Agora a sério, ele tem namorada e/ou não está interessado em ti. O homem pode trabalhar 23.30h por dia mas se estiver interessado vai guardar a meia hora restante do dia para estar contigo, especialmente se lhe parecer que vai haver chafurdanço na pocilga. Já ninguém me mandava "bjokas" desde os tempos do mIRC.


Olá, caro Doutor G. sou um xoninhas com 22 anos, problemas de ansiedade social e auto-estima (acho que está implícito em ser xoninhas, mas não vamos por aqui que o seu tempo é com certeza precioso). Vá-se lá saber como, namoro há 4 anos com a rapariga mais bonita e sexy do universo, que tem alguns problemas em lidar com a rejeição e falta de auto-estima. Embora seja xoninhas tenho padrões bastante elevados. Ela é mesmo muito boa e uma pessoa super querida e epá, fofinha. Temos uma relação com os seus altos e baixos. Como é a minha primeira relação séria, eu não consigo perceber se isto é normal ou não, por isso venho pedir-lhe auxílio. A cada 4 ou 5 meses, às vezes menos, vamos ficando confortáveis com as rotinas e situações e deixamos de dar muita atenção um ao outro (é mais um problema meu do que dela), o que resulta com ela a pedir-me para acabarmos (acho que é uma encenação dramática para me chamar a atenção), porque sente que não lhe ligo. Diz para darmos um tempo durante 3 ou 4 dias e eu obviamente, como nunca deixo de a amar, quando ela diz para voltarmos a namorar torno-me o melhor namorado do universo, até que o ciclo se repete. Isto é um dos problemas que eu queria solucionar, porque nos prejudica, e não quero que um dia a relação acabe de vez. O outro problema é o facto de ela ser mesmo 5 estrelas e bastante sociável, o que atrai muitos machos. No entanto, em vez de os despachar, ela dá-lhes muita conversa, e às vezes sai com eles e tudo, descansando-me depois dizendo que não acontece nada e que só me ama a mim, para não me preocupar. Isto acontece desde o início da relação. Obviamente não posso ser como os machos de antigamente e proibí-la de sair de casa, mas acho que não é correcto da parte dela agir assim, visto que tem namorado. Por outro lado, sei que me ama a sério... vem ter comigo quase todos os dias a casa, adora estar comigo, fica de rastos se lhe dou pouca atenção, sinto que quase que depende da minha companhia e do meu amor... O sexo é óptimo só não é mais frequente porque não vivemos juntos em casa própria. Fomos a primeira vez um do outro (só para não pensar que não se ia falar de sexo). Eu amo-a mesmo muito, ela ama-me a mim, e gostava que deixássemos de ter qualquer problema. Quais são as suas conclusões, Dr. G? O que devo fazer? 
Pedro, 22, Lisboa

Doutor G: Caro Pedro, até me custa dizer o que vou dizer, mas pese embora a vossa idade e o facto de ser o primeiro namoro e não saberem bem o que andam a fazer, cá vai: ela não te ama. Ela pode gostar de ti, mas quem ama não acaba de 4 em 4 meses e depois diz "Anda cá à dona", sabendo que tu vais a correr para ela. Se é para chamar à atenção ainda pior. Claro que há também a possibilidade de ela te amar realmente e seres tu que não lhe dás atenção nenhuma e ela vê-se obrigada a essa estratégia manipuladora. Se tu reconheces que depois disso ficas melhor namorado então também podias tentar sê-lo sempre. Não quero parecer insensível, mas quando se dá um tempo, normalmente é porque aconteceu ou está para acontecer alguma coisa extra-conjugal nesse tempo de interrupção. O facto dela sair com outros machos que conhece e dá trela, leva-me a pensar mais uma vez que ela não te ama como tu a amas. Há sempre alguém que gosta menos numa relação e normalmente é a que manda e veste as calças lá em casa. Neste caso é ela. Mesmo que não se passe nada com os outros, se ela dá trela e sai com eles é porque tem uma grande necessidade de atenção e que lhe subam o ego e prefere alimentá-lo do que preocupar-se se tu te sentes melindrado com isso. Parece-me uma relação tóxica, lamento informar-te. Há quem viva feliz no meio da toxicidade atenção, eu é que não tenho paciência e ia já de vela. Mas lá está, são novos e cada caso é um caso e se gostas mesmo dela e achas que ela sente o mesmo e que era incapaz de te trair, então tentem que dê certo. Tenta tomar um pouco as rédeas da relação, nem que seja a dar-lhe umas palmadas no rabo e umas mordidelas valentes nas costas durante o sexo. O que resulta muito bem embora eu não aconselhe é fazeres o mesmo, começa a sair com outras raparigas e diz-lhe que é na boa, para ela não ser insegura. Da próxima vez que derem um tempo e ela te disser que está na hora de voltarem, pede-lhe mais meia hora e diz que é só para teres  tempo de te vires.


Olá Doutor G, tenho um alvo a abater que para mim é bastante giro mas para o resto das raparigas é só normal, mas não sei se vai querer esticar peles comigo. Não sou uma rapariga propriamente cheia de curvas, mas sou bonita. Estou farta de andar na vida de solteira e a brincar com meninos, quero algo mais sério, mas se nos metermos com alguém na noite fica com a ideia errada. O que fazer para conquistar e não só papar?? Agradecia um exemplo de discurso, esperando o pior cenário, de respostas secas por parte dele.
Anónimas Guimarães (que o mal é geral) 21 (a gente fez a média)

Doutor G: Cara Anónima, eu não consigo perceber as mulheres que têm problemas em abordar os homens. Os homens não são de jogos nem de rodeios, se o convidares para tomar um café e ele aceitar é porque está minimamente interessado, isto se não há nenhuma relação de amizade entre vós. As mulheres têm que perder a mania de que é o homem que deve tomar a iniciativa! "Ai não sei se ele quer" e essas dúvidas são aquelas com que todos os homens se debatem desde sempre, com a dificuldade extra de que as mulheres são peritas em enviar sinais errados, de serem mais selectivas ou de darem conversa só para ter atenção sem no fundo quererem forrobodó. Os homens querem quase sempre! Somos uns porcalhões! Em relação a técnicas para conquistar e não só papar, a resposta é simples: ter uma boa personalidade e não ser só uma boa queca.


Caro Dr. G., sou uma tipa bastante focada na aparência – o que não faz de mim uma pessoa fútil. Acho que uma mulher bem vestida e bem arranjada engrandece a classe. Sou bastante feminina e faço gala nisso. Gosto de uma boa minissaia, um bom tacão e claro, um bom livro debaixo do braço. Gosto de andar na moda. Aprecio mulheres como Greta Garbo, Simone Veill, Juliette Greco, Jane Birken… por aí. Topa o estilo não é Sr. Dr.? Tenho porém uma questão premente há vários anos: qual o penteado ideal para a rata?? Eu sei que a moda até nesta temática é muito volátil, mas gostaria de lhe perguntar qual o Look – permita-me o anglicismo – ideal e a tendência mais fashion para este Verão?

1. Estilo marquês de pombal – caracóis fartos
2. Estilo careca – é dos carecas que elas gostam mais. E eles?
3. Bigodinho de Hitler - para fazer cócegas na parte dos beijinhos
4. Estilo CR7 – apenas com uns cortes simétricos
5. Pirosa – fazer corações, meias luas, estrelinhas
6. Estilo Brooke Shields - tudo como é natural, bem selvagem
7. Estilo Paulo Bento – risco ao meio, pintelhos bem lisos
8. Estilo Luis Figo quando jogava no Sporting – encaracolado com corte à tigela.
Sandra Sacramento, 27, Oeiras

Doutor G: Cara Sandra, um discurso tão bonito e bem construído para depois utilizares a expressão "penteado ideal para a rata". Gosto! Bom, em relação às tendências, aqui fica o meu parecer sobre cada uma delas:

1. Estilo ultrapassado e já falei em cima sobre os perigos de ter alguém de uma associação de "defesa" dos animais à perna.
2. A maioria dos homens prefere este estilo, até porque é o que está no imaginário pueril alimentado pela pornografia. A algumas pessoas faz confusão, porque pensam que estão com alguém que ainda tem dentes de leite ou a roçar-se na careca de um criança com leucemia. Ficou um ambiente pesado agora. #bojardadodia
3. Bigodinho à Hitler está sempre em moda, dá mostras de uma mulher que sabe o que quer. Desde que não saia nada da câmara de gás, é na boa.
4. É piroseira e nenhum homem gosta de ver um pentelhado que parece que passou ali uma vaca e deu uma lambidela. Quer dizer...
5. Apesar de ser piroso os homens gostam, desperta o camionista que há dentro de nós. Não acumular a estrela de Davi com o bigode hitleriano.
6. Ultrapassado, há quem goste, especialmente quem conduz táxis.
7. É um não com tranquilidade. Eu já vejo o tempo que a minha namorada demora a alisar o cabelo. Com mais isso tinha que se começar a preparar sexta-feira para irmos sair no sábado.
8. Embora tenha nota artística, penso que desencorajará muita gente para a prática do desporto rei. Só se for com umas madeixas californianas e souber fazer reviengas.
9. Falta um que ainda está muito em moda e que é sempre uma bonita homenagem aos nativo-americanos da tribo Cherokee, que é o belo do moicano. Uma coisa aparada, nada de fazerem da vagina um Balotelli.



Há quem pense que as perguntas são inventadas por mim, mas nem a minha mente doente conseguiria tal proeza. Por isso, porque isto sem a vossa participação não tem piada, partilhem a rubrica e enviem as vossas dúvidas para porfalarnoutracoisa@gmail.com.


Até lá, façam muito amor à bruta, que de guerras o mundo já está cheio.






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